sexta-feira, novembro 04, 2005

Um Parsec...

Além de ser uma distância inconcebível um parsec é uma coisa muito grande. Eu fico pensando da grandeza da coisa grande e percebo o quão grande é nossa inocência quando dizemos que somos importantes no esquema geral das coisas, e prentendemos brincar de Deus quando brincamos de genética - genética! Em algum lugar do universo alguma força que poderíamos concluir ser Deus deve, às vezes, olhar para nossas preces, sorrir, achar aquilo tudo engraçado, fazer uma anotação para adiar por uns dias a eliminação de tais pestes e dar-nos as costas. Claro - chamamos por Deus tão insistentemente quanto aquela criança chata que existe na sua família te pergunta "por que". Não que seja necessário que você ignore o por que. Não não: Atropele a criança, deixe ela com setecentas vezes mais por quê(s). Sim, atropele a criança com conhecimentos, evite o pré concebido, faça ela não se calar nunca mais - talvez um dia ela consiga conceber o quão grande é um parsec, coisa que mesmo quem inventou o termo jamais conseguiu, talvez por ter pais e parentes reativos, não pró ativos, mas pró atividade também não é uma bênção, porque se você levar em consideração quantas vezes a nossa pró atividade se transforma em precipitação - não chuva, imbecil - precipitação que nos faz lembrar de o quanto somos vulneráveis enquanto espécie racional. Nós nos excitamos muito facilmente com descobertas estranhas, que estão escritas no livro do universo, prontas para serem lidas... é tudo tão enevoado, no entanto. Cartas, cartas, um baralho de Tarot e algumas cartas marcadas são o que nós precisamos. E, claro, compreendermos o que é um Parsec, porque ninguém é de ferro.

Um comentário:

Lena disse...

Puxa...
eu ia te perguntar o que era...